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Calendário de reuniões do grupo para o segundo semestre de 2018

Olá!

Estamos entrando na última semana de agosto e, de acordo com nosso calendário, é a semana de realização de nosso primeiro encontro do semestre!

Como sabem, estamos focando nossa ação para este segundo semestre em nosso projeto de acompanhamento de candidatos e personalidades no Twitter.

Título do projeto:
Apoio a candidatos e personalidades políticas no Twitter: observações acerca dos usuários, grupos e teor das mensagens publicadas na plataforma.

Resumo:
É crescente a participação e o peso das plataformas de compartilhamento de mensagens na internet nos processos políticos do país. Já, há mais de uma década, percebe-se a influência de material que circula em plataformas sociais em processos eleitorais. A ideia central deste projeto é compreender melhor as manifestações sociais de apoio a candidatos e a personalidades políticas no Brasil na plataforma Twitter por meio da observação do conteúdo e também das eventuais redes que se formam em torno da adoção de hashtags de apoio a personalidades do cenário político nacional.

Entende-se que a investigação dos conteúdos destas mensagens, bem como a identificação dos discursos predominantes pode ser de grande valia para a compreensão dos processos de movimentação social e política em plataformas sociais na internet. Além disso, o processo de investigação pode proporcionar a identificação de redes de influenciadores, perfis falsos e robôs disseminadores de mensagens que utilizam das hashtags para buscar apoio e ajudar a consolidar uma narrativa específica.

Nossas reuniões acontecerão sempre às 17:30 na sede do PosCom (caso o local seja alterado, avisaremos).

As datas de nossos encontros são:

29/08/2018
26/09/2018
31/10/2018
28/11/2018

Para esta primeira reunião, vamos conversar sobre a plataforma Twitter e o texto principal para discussão é esse:

BENTIVEGNA, Sara. Entre a transmissão e a interação com os eleitores: Líderes políticos italianos no Twitter. In: MENDONÇA, R. F.; PEREIRA, M.A.; FILGUEIRAS, F. (Orgs). Democracia Digital: Publicidade, instituições e confronto político. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2016.

Até lá!

Publicação em periódico e apresentações em eventos – Balanço do 1º semestre de 2018

O primeiro semestre foi de muitas atividades na Rede. Nossas conversas no Grupo no Telegram estão sendo bem interessantes e refletem um pouco isso. Além disso tivemos publicação de artigo aprovada em periódico e duas de nossas investigações tiveram apresentações aprovadas em eventos.

Foram dois os encontros presenciais no período. No primeiro deles, definimos as nossas prioridades e, no segundo, conversamos sobre alguns textos e leituras referentes justamente a estas prioridades eleitas.

Nossas atividades foram intensas neste primeiro semestre
Nossas atividades foram intensas neste primeiro semestre. Tivemos a publicação de texto em periódico e apresentações aprovadas em eventos. 

Intercom Nacional

O foco de nossa atuação neste primeiro semestre foi o projeto de alcance de posts no Twitter. O resultado foi a produção de um texto que será apresentado no encontro nacional da Intercom, em Joinville no próximo mês de Setembro. O texto “Alcance de posts no Twitter: explorando a diferença entre audiência potencial e impressões de mensagens” será apresentado no GP Comunicação e Cultura Digital do XVIII Encontro dos Grupos de Pesquisas em Comunicação, evento componente do 41o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação.

Com a aprovação e apresentação deste texto e, claro, levando-se em conta as declarações da própria plataforma que foram divulgadas durante os últimos meses (1 | 2), entende-se que o primeiro ciclo deste projeto chega ao fim. O Twitter, bem como outras plataformas comerciais de mídia e rede social, faz uso de algoritmos para filtrar o que figura para cada usuário em seus feeds. Entende-se que, em termos de detecção, o ciclo está fechado. No entanto, abre-se um novo leque de caminhos e oportunidades de investigação a seguir. Pode-se agora explorar os potenciais desdobramentos desta manipulação algorítmica de conteúdos, iniciando-se pela investigação dos impactos deste tipo de interferência.

O texto aprovado para apresentação na Intercom será também base para a construção de um artigo a ser submetido para periódicos. Para tanto, o evento é primordial pois nele teremos o feedback para melhoria do conteúdo.

Intercom Sudeste e publicação na Revista Eptic

Além da aprovação deste texto para apresentação, o grupo teve também aprovado e apresentado outro texto, desta vez no encontro da regional sudeste da Intercom. O trabalho “Como Marcas Locais Tratam A Comunicação Digital? Um Acompanhamento Da Atuação De Três Livrarias De Belo Horizonte Na Internet”, resultado de uma pesquisa realizada em 2015-2016 foi apresentado na DT 5 – Comunicação Multimídia do XXIII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste, realizado de 7 a 9 de junho de 2018. Os anais deste encontro estão disponíveis para consulta no site da Intercom.

Durante o semestre também recebemos a notícia da aprovação do texto “Para além do #FORADILMA: Atores, estratégias e discursos políticos conservadores no Twitter durante a manifestação de 13 de março de 2016” – resultado de investigação feita por Teresinha Maria C. Cruz Pires e Caio Cesar G. Oliveira – para publicação na revista Eptic. O trabalho deve ser disponibilizado ainda este ano em dossiê temático.

Atividades para o segundo semestre

Para o segundo semestre, esperamos mais encontros e muita produção. Já está confirmada a participação do prof. Caio Cesar como conferencista na terceira edição do CONEC, em Poços de Caldas no final de Outubro.

Paralelamente, estamos dando sequência aos dois outros projetos da Rede iniciados no primeiro semestre. Seguem firmes as leituras e produção de textos para os projetos “Apoio a candidatos e personalidades políticas no Twitter: observações acerca dos usuários, grupos e teor das mensagens publicadas na plataforma” e “Investigando os produtos de conteúdo informacional noticioso em ambientes digitais interativos: compreendendo as dinâmicas que envolvem a produção emergente no Brasil”.

Nesse sentido, segue firme a produção na Rede. Estamos abertos para a participação de todos os interessados. Basta entrar em contato e começar a frequentar nosso grupo e nossos encontros. Recomendamos também aos interessados assinar nosso Canal. Lá compartilhamos links interessantes e relevantes, ao menos uma vez por dia.

Projetos de pesquisa da REDE para o 1º semestre de 2018

Então… 2018 já está rolando a pleno vapor, certo? No grupo de pesquisa da REDE estamos com três grandes projetos que devem gerar nos trabalhos. Acompanhe:

Apoio a candidatos e personalidades políticas no Twitter: observações acerca dos usuários, grupos e teor das mensagens publicadas na plataforma.

É crescente a participação e o peso das plataformas de compartilhamento de mensagens na internet nos processos políticos do país. Já, há mais de uma década, percebe-se a influência de material que circula em plataformas sociais em processos eleitorais. A ideia central deste projeto é compreender melhor as manifestações sociais de apoio a candidatos e a personalidades políticas no Brasil na plataforma Twitter por meio da observação do conteúdo e também das eventuais redes que se formam em torno da adoção de hashtags de apoio a personalidades do cenário político nacional.
Entende-se que a investigação dos conteúdos destas mensagens, bem como a identificação dos discursos predominantes pode ser de grande valia para a compreensão dos processos de movimentação social e política em plataformas sociais na internet. Além disso, o processo de investigação pode proporcionar a identificação de redes de influenciadores, perfis falsos e robôs disseminadores de mensagens que utilizam das hashtags para buscar apoio e ajudar a consolidar uma narrativa específica.

 

Alcance em plataformas de mídias sociais e o real poder dos usuários.

Em virtude da grande participação da sociedade nos processos comunicativos que ocorrem nas plataformas sociais, pesquisadores lançam seus olhares sobre elas. No entanto, como plataformas comerciais que necessitam de receita para sua manutenção e, claro, retorno de investimento dos seus fundadores e investidores, estas plataformas tem lançado mão de estratégias de controle dos conteúdos que circulam em seus serviços por meio de algoritmos. Embora a existência e emprego de algoritmos não seja necessariamente ruim, é importante considerar que este uso afasta das plataformas qualquer sombra de neutralidade; especialmente no que se refere a seleção e distribuição daquilo que é publicado nas plataformas. Nesse sentido, o presente projeto visa – por meio da realização de ensaios e experimentos – observar o alcance das mensagens postadas pelos usuários em plataformas sociais, buscando explorar como se dá a intervenção algorítmica destes sistemas nos processos de circulação de informação.

 

Investigando os produtos de conteúdo informacional noticioso em ambientes digitais interativos: compreendendo as dinâmicas que envolvem a produção emergente no Brasil.

O modo através do qual a sociedade se informa está passando por profundas transformações. O crescente tempo que o brasileiro médio passa navegando na web em busca de lazer, contatos e, claro, informações, evidencia isso. O que as pessoas consomem enquanto navegam na web é, em grande parte, produção de seus pares escoada por meio de plataformas sociais. Lado a lado com esta transformação na forma de consumir e distribuir notícias, está em curso uma transformação econômica em função do desenvolvimento, profissionalização e evolução desta produção de conteúdo por parte dos indivíduos. Novos produtos e modelos de negócio são desenvolvidos em torno do conteúdo produzido pelos indivíduos, o que proporciona impactos na reordenação em que atividades profissionais na comunicação.
Deve-se somar a isso o fato de que nos últimos anos o Brasil tem sido palco de um conjunto de modificações estruturais nas redações. Os jornais impressos e revistas tem enfrentado dificuldades, reduzindo seu tamanho, tiragem e alcance e, ao mesmo tempo, abrindo espaço para iniciativas outras, prioritariamente digitais em sua natureza. Os novos produtos jornalísticos que surgem neste contexto, em sua maioria, apresentam modelos de negócio que não são exclusivamente baseados em publicidade.
A ideia com este projeto é a de, em primeiro lugar, fazer um levantamento deste tipo de produção e posterior qualificação dos eventuais modelos que descrevam ou contextualizem de maneira apropriada este formato de publicação. O propósito disso é proporcionar um entendimento mais completo dos termos “alternativo” e “independente”, usados frequentemente para identificar e qualificar estes empreendimentos. Da mesma forma, é intuito desta investigação compreender as dinâmicas envolvidas pelos processos de criação e manutenção destes produtos e entender a ampliação do papel do jornalista que, além de reportar fatos e acontecimentos deve, agora, gerir um negócio.

 

Se você ficou com vontade de saber mais sobre algum destes projetos ou mesmo quer participar das investigações, será um prazer receber sua mensagem. Entre em contato com a gente! Se quiser apenas receber as atualizações dos trabalhos e mensagens relacionadas aos temas que tangenciam estes projetos, siga nosso canal no Telegram!

Some words about posting content on the web

We need to talk about Facebook, its mass media model, Medium  and the comeback of RSS.

This is a long read. I expect you to bear with me and please leave your comments below. It is really important for me to get feedback on the two main issues treated in this text.

The first thing is about Facebook and why we should get out of that space 

Even though Facebook is supposed to be a social place, its model is identical to the one we are used to see on mass media. Facebook operates within the same logic. The mass media logic. The model in witch only by paying we can get our message spread and have our audience reached. The mass media logic is based upon finance power. Those with more money can grab the best spots in the best TV, printed media or radio stations time slots and reach their audience. On Facebook, those with money can make their posts reach their audience. This is bad and not what we expected about social media.

When we (as a society) discovered social media, we saw that we really did not need that mass media model at all. We – brands and the people (pun intended) – could reach our audiences using social media and money power didn’t seem to be as determinant as before when talking about efficiency in our communication initiatives. All we needed was to grab the attention of those who are in the process of finding a solution we have and offer. This is clear as cristal when we read the ZMOT book and also when we take a look at what Vanessa Fox has to say. We are all in a lot of parallel processes of finding solutions to our day to day problems. We are constantly looking for information, news, products, you name it.

And when we discovered that social media could be very useful for us as individuals and also for our brands, the gates of heaven opened to us all. The mass media logic where the audience attention struggle was a zero-sum game was finally overridden. We begun to understand that we did not need (as brands) to monopolize a given medium nor a mass media channel to talk to a large number of people only to reach a handful that were really interested on our products or in the process of finding a solution we could provide.

With social media we begun to understand that the principles of one to one marketing presented by Peppers & Rogers in the 1980s (and others, of course since the term relationship marketing began to rise in the 1970s) could become a reality. We were beginning to live in the bright age of social media. The Cluetrain Manifesto paved a way and Seth Godin helped to open the eyes of those in charge of taking care of brands communications efforts. Of course, later on the guys at HubSpot reheated these concepts and “inbound marketing” was born.

These are very interesting and beautiful principles. We can act (both as brands and as individuals) in a more democratic way with social media. We all can be solution providers and seek for solutions to our problems via social media. This can happen in a peer to peer way (individuals looking for solutions that other individuals offer via content, services or tangible products) or be brands providing information, services or tangible products anyone could be in the process of searching for.

With social media, mainly blogs, this was a reality. Kevin Kelly showed it to us when describing the benefits of social media in 2005. We could act as information providers of a certain type of specific content news outlets were not interested on investing to provide. With social media, we could do it.

And then came Facebook.

By the time Facebook rose as a platform, people were struggling with the apparent complexity of RSS feeds. We were experiencing a boom of multimedia content and, in spite of the solution provided by RSS feeds and aggregators, it was a struggle for most of us. Facebook came to be a solution for this. Better than Twitter because there were no character limits and no media restrictions. It was (still is, in fact) promised to be a place where you can have it all. Beautiful. In theory.

As brands and individuals rushed to this nice place called Facebook we all became rapidly overwhelmed with content. It was clutter all over again. It was madness. People and brands shouting all over our newsfeed fighting for our attention.

Of course Facebook found the perfect solution for that. Organic reach would be lowered down so brands who want to reach the majority of the audience they fought so hard to build, could only be reached when Facebook got their money. Pay to reach. The very same logic we are used to see in mass media. This solution is considered perfect here because it is the perfect solution for providing money to the platform.

Facebook dismantle the disintermediation envisioned by Dave Winer in 2005. It is yet another middle man.

In a sense, this summarizes Facebook: we all work for Mark Zuckerberg. On one hand, people using it every day tell Facebook about their preferences via clicks and engagement metrics. It is the perfect illustration of the “the machine is us/ing us” theme, remember? On the other hand, brands pouring content on the platform struggling to get more followers and build a greater audience are also working for facebook. And they also pay big bucks to get Facebook let them reach a large portion of their sweat earned audience. It is a win-win game. Only for Facebook, of course.
It is easy for anyone involved with any brand communications efforts to see this. And, on the consumer side, there’s always the filter bubble question. Facebook gladly helps inflating this bubble in order to provide people with what they (Facebook, of course) consider a good experience, ignoring what could be good for the people.

Since we are note all receiving a paycheck from Facebook every week or month, we need to get out of there. I have no other way to say this: Facebook is evil. It is bad for us as individuals, and worse for us as brands. As soon we get passed this and let go of Facebook, we will be in a better way.

It is not clever for us, as individuals, to let someone else decide what we can or cannot see. This is what mass media have always done and it is what Facebook does. As brands it is not clever to invest so much money on content and everything else to build an audience that we can not reach because the platform controls this via algorithm.

The latest news about Facebook is even scarier. The company is trying to act as the intermediate also in financial terms between users and content (http://adage.com/article/digital/facebook-s-subscription-plan-publishers-hope/309819/). This could only end badly for content producers (big or small) as they give up control of the eventual billing process to users web adopting a paywall.

What is the solution, then?

We need to understand that no good solution for us can come when we give up control and a big company assumes it. We need to regain control. Even if people love to shout that RSS is dead (Ryan Holiday explained this in a simple way in his “trust me I’m lying” book), it is a very live and useful tool.

Today we use Facebook as a way to attract people and put them on the top of a marketing funnel. We only need that place in order to get people to our website and then begin communicating with them. We need to understand that Facebook is not necessary in this equation. We can use other kind of paid media (Adwords) or, recommended: our websites and the content we publish there. After all, everyone is searching for something all day. Every day.

We have to fully use our websites again. Both as business and as content platforms. RSS is not dead. Every publishing platform generates an RSS feed for content distribution. We can use this to make the change.

A proposal for a content distribution tool for WordPress sites

One thing we can all agree on is that a great number of sites use WordPress as a publishing platform. It is said that nearly 30% of the web is powered by WordPress. A lot of websites use this publishing tool. I think it is a great tool because it gives the publisher full control of the site (when using the .org version). WordPress has enormous personalization capabilities and it’s extensive list of plugins and community is great. It is also open source, witch is awesome and – as said – gives publishers complete control.
Lately WordPress have been losing market share due to the adoption of Medium. One thing I have noticed about Medium is that people love to discover new stuff to read based on the platform recommendations. Publishers tend to like it because of the ease of use, but mainly because what they write can be found by people based on this recommendation system set up on Medium. But Medium is also a closed platform that does not give control to publishers. It is not open source and not customizable nor extensible.

Medium recommendation system is based on content and – mainly – tags. When you publish a piece of content on Medium, it is highly recommended that you choose up to five tags or keywords that will help users / readers locate your content and. – of course – recommend your content based on other stuff that people are reading. This is interesting because it is different from what we have on WordPress. In WordPress sites we (publishers) choose what to recommend to our readers based on our affinity with the recommended site. Link lists are manually built and mostly does not represent user / reader interest. They represent publisher affinity. Of course there are plugins that recommend further reads within our own sit to our readers. But it is not about this that I am talking about. I guess you are aware of this right now. This kind of plugin that aims to keep the reader on our site indefinitely operates in the same mass media logic that the more, the better. As I have said before, we need to rethink this.

Medium lacks a ton of features WordPress has. But the only feature Medium has that WordPress lacks is this: reading recommendations based on content. We can combine RSS feeds and the plugin logic that we have on WordPress to enable this. What if we could enable further reading on other sites that could be relevant to our readers based on the same medium system (keywords)?

I think this could be very positive for both publishers and users. This could probably free publishers from platforms such as Facebook and Medium. This could also enhance the experience for users / readers because will potentially provide good content in a much larger network than the one there is on Medium.

As I am no developer, I can only imagine this could be done via scraping the RSS feeds of a lot of sites that ping when they publish new content using WordPress. I would love to see this happen and I think this could be really helpful to free us from platforms like Facebook. I suppose advertisers could benefit from this as well because more relevant content could be found to associate ads and new advertisement platforms could be brought up based on this.

So, if you have anything to talk about this, please leave a comment. If you think this can be done, let me know how can I help you on making this become a reality. If you want to discuss about the need for us all to abandon platforms like Facebook, I am here to talk. Let’s chat!

References

GILMOR, Dan. We The Media: Grassroots Journalism By the People, For the People. O’Reilly Media, 2006

GODIN, Seth. Permission marketing: Turning strangers into friends and friends into customers. Simon and Schuster, 1999.

HALLIGAN, Brian; SHAH, Dharmesh. Inbound marketing: get found using Google, social media, and blogs. John Wiley & Sons, 2009

HOLIDAY, Ryan. Trust me, i’m lying: confessions of a media manipulator. Penguin, 2013.

KELLY, Kevin. We are the web. Wired Magazine, 2006

LECINKSI, Jim. Winning the zero moment of truth. Zero Moment of Truth, 2011.

PEPPERS, Don; ROGERS, Martha. A new marketing paradigm: Share of customer, not market share. Journal of Service Theory and Practice, v. 5, n. 3, p. 48, 1995.